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[Livro] L’Épistémologie historique de Gaston Bachelard – Dominique Lecourt (1978)

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LECOURT, Dominique. L’Épistémologie historique de Gaston Bachelard. 5 ed. Paris; J. Vrin, 1978.

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Sumário - L'Épistémologie historique de Gaston Bachelard. Paris; J. Vrin, 1978.

Sobre o livro

Qu’un intérêt renouvelé se manifeste aujourd’hui pour le versant épistémologique de l’œuvre de Gaston Bachelard peut se comprendre au regard de l’histoire contemporaine de la philosophie des sciences. Cette histoire a été dominée durant la plus grande partie du XXe siècle par une doctrine – celle de l’empirisme (ou positivisme) logique – promue à Vienne à la fin des années 1920 par une institution originale, le Cercle de Vienne qui publie son Manifeste en 1929, et s’organise comme un mouvement à visée universelle et progressiste-celui de la “conception scientifique du monde”. La tradition française de philosophie des sciences a pris d’entrée de jeu un tout autre chemin. Si elle ne les a pas ignorées, elle a refusé de souscrire aux thèses majeures du positivisme logique lorsqu’il s’est présenté à elle. Elle a toujours lié étroitement philosophie et histoire des sciences. Dans le titre de ce petit livre écrit durant l’année universitaire 1967-1968 sous la direction de Georges Canguilhem, j’ai avancé l’expression d’épistémologie historique pour signaler, à propos de Gaston Bachelard, cette particularité.

Prefácio de Georges Canguilhem

Le presént étude de M. Dominique Lecourt reproduit un mémoire de maîtrise qui a paru digne d’être publié tant en raison de l’intelligente sobriété avec laquelle il interroge l’oeuvre épistemologique de Gaston Bachelard, que du discernement dans la visée des points où l’interrogation doit venir.

S’il mobilise, pour son étude, certains concepts épistémologiques dont le lieu d’importation n’est pas dissimule, M. Lecourt peut s’em justifier d’abord par la discretion don’t il fait montre, ensuite et sourtout par le fait que ces concepts ont été inventés et essayés pour obéir, dans um domaine auquel Gaston Bachelard ne s’est pas lui-même apliqué, à certaines normes et exigences de l’épistémologie bachelardienne.

L’index des principaux concepts qui termine cette étude sera utile à tous ceux pour qui la lecture de l’oeuvre épistémologique de Gaston Bachelard est, conformément à ce qu’il a souhaité lui-même, um travail.

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digitalização: 300 dpi
cor: colorido
formato: PDF (A4)
paginação: 2 páginas por folha (horizontal)
título: L’Épistémologie historique de Gaston Bachelard
autor: Dominique Lecourt
editora: Vrin
isbn: —-
idioma: Francês
encadernação: Brochura
formato: 13 x 18
páginas112
ano de edição: 1978
edição: 5ª

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[LIVRO] Problemas globais, enfrentamentos locais e a universidade Pública / CRR Macaé – Erotildes Leal & Ruth Escudero [orgs] (2017)

LEAL, Erotildes Maria.; ECUDERO, Ruth (orgs). Problemas globais, enfrentamentos locais e a universidade pública. O centro regional de referência em álcool e outras Drogas da UFRJ Macaé e outros projetos extensionistas. Universidade Federal do Rio de Janeiro – Campus Macaé. Macaé, RJ: 2017. 380 p.

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Sumário Problemas Globais 1Sumário Problemas Globais 2Sumário Problemas Globais 3

Esta coletânea apresenta questões que atravessaram o trabalho desenvolvido pelo Centro Regional de Referência para formação de profissionais que atuam com usuários de álcool e outras drogas no SUS e SUAS* – CRR – UFRJ Macaé, projeto realizado através da parceria da UFRJ e Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas –SENAD/Ministério da Justiça. A desafiante temática das drogas como questão de saúde pública, estruturante para a construção das atividades do CRR– UFRJ Macaé, foi o eixo organizador do livro. Dois outros temas tratados aqui foram centrais para o desenvolvimento da atividade do CRR: o papel da universidade e dos projetos extensionistas.

Formar profissionais capazes de abordar a temática das drogas como questão da saúde pública, em toda a sua complexidade, a partir da universidade, mas com o olhar voltado para os territórios vivos e reais onde o fenômeno se apresenta com a força do seu colorido local, exigiu reflexão sobre o papel da própria universidade e sobre a função dos projetos extensionistas.

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Capítulo 12: o lugar do discente na extensão acadêmica: espaço de formação e autonomia. O CRR– UFRJ Macaé – Relato de experiência.

No capítulo escrito por Maria Clarissa Silva e eu, refletimos sobre a extensão universitária enquanto espaço de formação, partindo da análise da experiência dos alunos de graduação como monitores do Centro Regional de Referência em Álcool e outras Drogas da UFRJ Macaé.

SILVA, Maria Clarissa; ARAÚJO, Sávio de. O lugar do discente na extensão acadêmica: espaço de formação e autonomia. O CRR – UFRJ Macaé – Relato de experiência. In: LEAL, Erotildes Maria; ECUDERO, Ruth (orgs). Problemas globais, enfrentamentos locais e a universidade pública. O centro regional de referência em álcool e outras Drogas da UFRJ Macaé e outros projetos extensionistas. Universidade Federal do Rio de Janeiro – Campus Macaé. Macaé, RJ: 2017. 380 p.

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digitalização: arquivo virtual (original)
cor: colorido
formato: PDF (A4)
paginação: 2 páginas por folha (horizontal)
título: Problemas globais, enfrentamentos locais e a universidade pública. O centro regional de referência em álcool e outras Drogas da UFRJ Macaé e outros projetos extensionistas.
autor: Erotildes Maria Leal e Ruth Escudero (organizadoras)
editora: Universidade Federal do Rio de Janeiro
isbn: 978-85-62805-69-1
idioma: Português
encadernação: Brochura
formato: 15 x 21
páginas: 380
ano de edição: 2017
edição: 1ª

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